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| Senador lidera guerra contra a propaganda de cigarros e bebidas |
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Bancário, radialista e escritor |
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Vereador (Teresina) |
1993 – 1994 |
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Deputado Estadual |
1995 – 1998 |
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Deputado Federal |
1999 – 2002 |
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Governador do Piauí |
2003 – 2006 |
| Governador do Piauí |
2007 - 2010 |
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Senador |
2011 - 2018 |
Antes de dedicar-se integralmente à política, Wellington, como é chamado pelos demais senadores, foi bancário. Passou pelo Banco do Nordeste do Brasil, depois pelo Banco do Estado do Piauí e, em seguida, pela Caixa Econômica Federal, da qual é funcionário de carreira. Filiou-se ao PT em 1985, foi integrante da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e presidente da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal entre 1986 e 1989.
Desde o início de sua vida política, foi reconhecido como “homem de partido”, por sua atenção à estrutura e organicidade partidária, traço que viria a ser reforçado nas inúmeras candidaturas que disputou, com várias delas se sobrepondo à sua carreira pessoal como homem público. Elegeu-se vereador de Teresina, capital do estado, em 1992. Em 1994, elegeu-se deputado estadual, chegando à presidência do diretório regional do Partido dos Trabalhadores (PT), onde ficou de
Em 2000, foi candidato a prefeito de Teresina, mas não obteve sucesso. Às vésperas das eleições de 2002, Wellington Dias foi anunciado pelo PT como candidato ao Senado, mas uma articulação com outros partidos, comandada pelo diretório nacional do partido, o fez candidato ao governo do estado. Eleito em primeiro turno, renunciou ao mandato de deputado federal em 29 de novembro de 2002. Em seu lugar, foi efetivado o seu primeiro suplente, Roberto John, também do PT.
Quatro anos depois, em 2006, após uma administração que privilegiou a modernização dos meios de pagamento do estado, a capacitação do serviço público, a assistência intensiva na saúde e na atenção às pessoas com deficiência, a ampliação e gestão compartilhada das escolas entre diretores, professores, funcionários e pais de alunos e a implantação de políticas públicas para o esporte, obteve a reeleição, também no primeiro turno. Deixou o cargo em março de 2010, para disputar as eleições ao Senado Federal, sendo eleito com votação histórica (997.513 votos). Em 2012, novamente atendendo a uma convocação do partido, aceitou candidatar-se à Prefeitura de Teresina, sem sucesso.
No Senado, em dois anos de trabalho, Wellington Dias tornou-se um ativista dedicado contra a propaganda de cigarros, bebidas alcoólicas, remédios, terapias e defensivos agrícolas e um defensor da ampliação de direitos das pessoas com deficiência. Também foi autor da Emenda Constitucional que tipificou os crimes de peculato, concussão, corrupção passiva e corrupção ativa, tornando-os hediondos e passíveis de prisão temporária, e tornou-se um político nacionalmente conhecido pela defesa da distribuição igualitária dos royalties do petróleo entre todos os estados brasileiros.
Wellington Dias é casado com Rejane Ribeiro Sousa Dias e tem três filhos: Iasmin, Vinícius e Daniely.